Presidente do Santos vê o elenco encantado com trabalho de Jair

José Carlos Peres diz que grupo de 44 atletas deve diminuir para até 36 atletas

10 JAN 2018Globo Esporte11h21min
Foto: Ivan Storti/Santos FC

Os primeiros dias de trabalho do técnico Jair Ventura no Santos deixaram boa impressão no clube. O presidente José Carlos Peres afirmou, na última terça-feira, que o elenco está encantado com o novo chefe.

Jair foi apresentado na última sexta e comandou treinos diários – alguns em dois períodos – desde então. Peres rasgou elogios.

– Ele chegou aqui e está encantando o elenco. Ele tem uma experiência maior do que parece. É jovem, tem o perfil do Santos. Estamos impressionados – disse o dirigente.

O treinador está utilizando essa primeira semana de trabalho para analisar o numeroso grupo de jogadores que têm à disposição – 44 atletas se reapresentaram após as férias.

Ele mesmo já admitiu que fará cortes. Para isso, terá o apoio da direção. Peres admite emprestar alguns jogadores para diminuir o grupo.

– Hoje estamos trabalhando com a opção de emprestar para reduzir o elenco e chegar num ponto suportável. Alguns interessados estão aparecendo agora. Um elenco bem trabalhado tem 35, 36 jogadores, no máximo. Assim você consegue usar quase todos numa competição – disse o presidente santista.

Quem pode sair

Há uma lista de jogadores que podem ser cedidos a outros clubes. O lateral Matheus Ribeiro interessa ao Puebla, do México, e ao Goiás. O zagueiro Fabián Noguera estaria na mira do Estudiantes, da Argentina.

Entre os que voltaram de empréstimo agora, o que tem mais chance de receber oportunidades é o zagueiro Cleber, principalmente se a saída de Lucas Veríssimo, titular da posição, se confirmar – há o interesse de equipes europeias no jovem defensor.

O Santos, por enquanto, só contratou o lateral-esquerdo Romário, do Ceará, e o atacante Eduardo Sasha, do Internacional, anunciado na terça-feira à noite.

A diretoria também mira a contratação do atacante Gabigol, que tem vínculo com a Inter de Milão, mas o negócio é complexo. Robinho, sem contrato, é desejo do presidente Peres, que enfrenta resistência para avançar nos negócios por causa da condenação do atacante por violência sexual pela Justiça da Itália.

 

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