Honestidade em ação: jovem encontra R$ 100 em banco e procura dono na Capital

A estudante encontrou o dinheiro na boca de um caixa 24 horas

11 FEV 2019Dany Nascimento13h04min
Foto: Reprodução/Facebook

A acadêmica de Direito Ghabryella Scaglia da Silva, 21 anos, procura o dono de duas notas de R$ 50. Ele teria esquecido o dinheiro na última sexta-feira (8), no caixa no banco 24 horas do Comper Hipercenter Brilhante, em Campo Grande. Ela disse ao TopMídiaNews que, quando foi utilizar o caixa, encontrou o dinheiro e um extrato.

“Quem tirou o dinheiro deixou na boca do caixa, não consegui, a tempo, visualizar a pessoa para devolver. As meninas que estavam perto de mim falaram que quem utilizou antes de mim era um homem fardado, só que no momento, como estava com pressa, não prestei tanta atenção às características dele e não o encontrei do lado de fora”, diz a estudante.

Questionada sobre a possibilidade de fazer um depósito na conta que aparece no extrato, Ghabryella explica que se trata de um cartão pré-pago, sem nome e conta. “As informações que constam no extrato são poucas. Tem os últimos quatro dígitos do cartão, valor do saque, nome do banco como cartão pré-pago, com os últimos números do cartão. Estou considerando as informações do extrato para a devolução do valor, para ver se batem as informações”.

Sobre procurar o banco, a estudante afirma que pretende entrar em contato com o banco nesta segunda-feira (11). “Eu não sei se só com os quatro últimos números do cartão eu encontro, no banco, o nome da pessoa com essa informação. Isso foi na sexta, saindo de lá fui para o trabalho, o banco fica aberto até às 16 horas, não consegui entrar em contato com o banco. Hoje vou ver se consigo essa informação por telefone, caso não. Tentarei ir no meu horário de almoço”.

A jovem publicou a informação nas redes sociais e afirma que todos devem ter essa atitude de devolver o que não lhe pertence. “Caso eu não encontre, vou dor para alguém que necessite, mas realmente espero encontrar. Acho que isso deveria ser uma obrigação de todos, não deveria nem existir essa possibilidade de ficar com o dinheiro até porque não é meu, não trabalhei por ele”. 

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