Richthofen teria ‘boate do amor’ na cadeia feita por promotor e detalhes impressionam

Espaço dava direito à diversas regalias como lanche, luz, som, entre outros

12 JUL 2019Da redação/TNH113h44min
Foto: Reprodução/G1/Veja/Montagem: Fernando B.

Nesta quinta-feira, 11 de julho, o programa Conversa com Bial, da Rede Globo de Televisão ouviu o repórter Valmir Salaro. Ele e o historiador Boris Fausto foram à atração para falar sobre crimes que marcaram o Brasil. Um deles, é claro, envolve Suzane Von Richthofen. Ela continua presa acusada de ter participação no assassinato dos próprios pais. 

De acordo com a entrevista do jornalista, um promotor de justiça teria até montado uma espécie de boate do amor, durante o tempo em que Suzane ficou presa. O repórter da Globo garante que a história que ele conhece envolve até estranhos pedidos do promotor para a diretora da cadeia, localizada em São Paulo. 

Esses pedidos envolveriam a ida de Suzane para a sala do promotor, onde supostamente algo errado aconteceria. Valmir Salaro deixa claro que o espaço era uma espécie de boate, tendo direito a tudo, de lanche, luz, som, entre outros. 

Outra história, de acordo com o famoso repórter, envolve até um médico, que acabou denunciado por funcionário, por supostamente dar regalias para a presa mais famosa do Brasil, em troca de um tempo com ela.  “Ele levava pastel para ela, levava ela na clínica dentro do presídio”, completou o repórter da Globo. 

Sobre o fato desse crime ter tido tanta repercussão, o historiador Boris Fausto opina. “São as coisas que impressionam muito as pessoas, tem um impacto muito grande, passam às vezes de pai para filho, de mãe para filha”, revelou ele no Conversa com Bial. 

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