Perigo anunciado: árvore corre risco de cair e terreno é terror de moradores no centro

Um terreno abandonado com uma árvore tomada pelos cupins tem tirado o sono de quem mora ou trabalha na Rua 25 de Dezembro

16 MAR 2019Anna Gomes11h30min
Foto: Repórter Top

Um terreno abandonado na Rua 25 de Dezembro, quase esquina com a Avenida Mato Grosso, em Campo Grande, virou ‘dor de cabeça’ para os moradores. Localizado na área central da cidade, o lugar está abandonado e uma árvore sujeita a cair coloca a vida de muitos motoristas e até pedestres em risco.

A denunciante de 29 anos, que há anos trabalha na Rua 25 de Dezembro, destaca que o problema nunca foi resolvido. O matagal está tão alto que invade a calçada. Além do perigo envolvendo crimes, também tem o receio do mosquito da dengue.

‘’De que adianta se preocupar com epidemia de dengue e não fiscalizar terrenos? O lugar está se transformando em um problema de saúde pública, segurança e de falta de respeito com o cidadão. Tomado pelo mato, o terreno está sujo com diversos lixos, que acumulam água e se transformam em criadouros do mosquito da dengue”, alertou.

Uma árvore tomada por cupins, que fica na calçada em frente ao terreno, também corre risco de cair a qualquer momento. Alguns motoristas desinformados ficam a mercê da própria sorte ao estacionarem seus veículos no local em busca da famosa ‘sombrinha’.

“Totalmente destruída, a calçada também está tomada pelo mato e intransitável. É algo surreal e impensável para uma cidade como Campo Grande. A grande árvore está doente e oca, infestada de cupins, sujeita a cair com qualquer vento e certamente irá derrubar a fiação elétrica e de telefone da região”.

Ainda de acordo com a população, o fato já foi denunciado para a prefeitura, mas o problema não foi resolvido.

"Um terreno que se transformou em um grande problema para toda a região e está abandonado pelo proprietário e pela prefeitura, que deveria fiscalizar e adotar medidas de prevenção de danos que são previsíveis e de grande impacto. É uma tragédia anunciada. Onde está o poder público para fazer seu papel neste caso?”, ressalta a denunciante.

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